{"id":3206,"date":"2026-02-28T01:10:36","date_gmt":"2026-02-28T04:10:36","guid":{"rendered":"https:\/\/bibliotecajuridicavirtual.cl\/?post_type=product&#038;p=3206"},"modified":"2026-02-28T01:11:00","modified_gmt":"2026-02-28T04:11:00","slug":"cuestiones-de-derecho-penal-y-proceso-penal-chileno-ano-octubre-2023-182-pag-autor-rodrigo-rios-alvarez","status":"publish","type":"product","link":"https:\/\/bibliotecajuridicavirtual.cl\/index.php\/product\/cuestiones-de-derecho-penal-y-proceso-penal-chileno-ano-octubre-2023-182-pag-autor-rodrigo-rios-alvarez\/","title":{"rendered":"Cuestiones de Derecho Penal y Proceso Penal Chileno. A\u00f1o Octubre 2023\/ 182 P\u00e1g. Autor Rodrigo R\u00edos \u00c1lvarez"},"content":{"rendered":"<p>Apresenta\u00e7\u00e3o<br \/>\nN\u00e3o \u00e9 recente a discuss\u00e3o sobre as rela\u00e7\u00f5es e a poss\u00edvel dissocia\u00e7\u00e3o entre autor e obra. Se por um lado \u00e9 certo que a obra ganha vida pr\u00f3pria depois de publicada, por outro lado \u00e9 igualmente certo que o entendimento da obra passa pela compreens\u00e3o do seu autor.<br \/>\nRodrigo R\u00edos \u00c1lvarez \u00e9 professor de Direito Processual Penal e Litigaci\u00f3n Oral da Universidad Finis Terrae, em Santiago do Chile. Na sua carreira acad\u00eamica, \u00e9 Mestre em Direito pela Universidad de Chile e doutorando em Direito junto \u00e0 Universidad de Buenos Aires. Como operador jur\u00eddico, foi Secretario del Primer Juzgado del Crimen de Santiago, Fiscal Adjunto de la Fiscal\u00eda Regional Metropolitana Centro Norte e Subdirector de la Unidad de Cooperaci\u00f3n Internacional y Extradiciones de la Fiscal\u00eda Nacional, estes \u00faltimos dois cargos no \u00e2mbito do Minist\u00e9rio P\u00fablico do Chile. Atualmente \u00e9 advogado-s\u00f3cio do escrit\u00f3rio Picand &amp; R\u00edos abogados, membro do Comit\u00e9 do Proyecto Inocentes (Chile) e Vice-Presidente da REDE Ibero-americana de advocacia criminal.<br \/>\nO extenso curr\u00edculo \u00e9 indicativo, por si s\u00f3, da extensa experi\u00eancia do autor na \u00e1rea das ci\u00eancias criminais. O diferencial, no entanto, \u00e9 a combina\u00e7\u00e3o entre o acad\u00eamico e o jurista, e nesse \u00e2mbito espec\u00edfico, o conhecimento pr\u00e1tico dos dois lados da moeda: como promotor e como advogado de defesa.<br \/>\nA obra agora apresentada ao p\u00fablico \u00e9 resultado da reuni\u00e3o de diferentes reflex\u00f5es sobre pontos fundamentais do Direito Penal e do Processo Penal, que ultrapassam o campo meramente acad\u00eamico para tocar em quest\u00f5es pr\u00e1ticas de extrema relev\u00e2ncia para os operadores jur\u00eddicos e, essencialmente, para a sociedade em geral. \u00c0 cr\u00edtica acad\u00eamica Rodrigo R\u00edos combina a sensibilidade e o conhecimento oriundos da pr\u00e1tica forense para apontar os importantes avan\u00e7os da reforma processual penal chilena dos anos 2000 e os preocupantes retrocessos das reformas legislativas pontuais aprovadas nos \u00faltimos anos.<br \/>\nCom essa perspic\u00e1cia, o autor perpassa temas como o juiz de garantias, a audi\u00eancia de cust\u00f3dia, pris\u00e3o preventiva, direito ao recurso das decis\u00f5es do juicio oral, o tribunal do j\u00fari, devido processo, expans\u00e3o do Direito Penal e o Direito Administrativo sancionador, pol\u00edtica criminal de drogas e a constru\u00e7\u00e3o do inimigo na Sociedade de Risco, e o problema das leis penais em branco na tutela da sa\u00fade p\u00fablica.<br \/>\nA leitura dos textos evidencia a densidade das reflex\u00f5es e a preocupa\u00e7\u00e3o com os rumos do Direito Penal e do Processo Penal no per\u00edodo p\u00f3s-reforma no Chile, um pa\u00eds onde, em um movimento at\u00edpico e aparentemente inusitado, o C\u00f3digo de Processo Penal foi reformado e adequado a par\u00e2metros democr\u00e1ticos ainda na vig\u00eancia da Constitui\u00e7\u00e3o de Pinochet de 1980.<br \/>\nCuestiones de Derecho Penal y Proceso Penal Chileno, portanto, \u00e9 uma obra atual e de fundamental import\u00e2ncia para a compreens\u00e3o da disputa de poder que perpassa o campo jur\u00eddico, na feliz express\u00e3o de Pierre Bourdieu. Enquanto alguns pa\u00edses ainda remam em busca da adequa\u00e7\u00e3o da legisla\u00e7\u00e3o penal e processual penal aos par\u00e2metros democr\u00e1ticos dos tratados internacionais protetivos de direitos humanos, em boa medida internalizados pelas Constitui\u00e7\u00f5es Federais do per\u00edodo p\u00f3s-ditaduras, no Chile o desafio \u00e9 manter os avan\u00e7os democr\u00e1ticos da reforma dos anos 2000, o que tem se mostrado \u00e1rduo diante do constante aumento da criminalidade, da sensa\u00e7\u00e3o de inseguran\u00e7a e da utopia da r\u00e1pida solu\u00e7\u00e3o desses problemas pelo caminho do Direito Penal e do Processo Penal.<br \/>\nEssas quest\u00f5es est\u00e3o muito bem trabalhadas na obra do professor da Universidad Finis Terrae, em raro equil\u00edbrio entre o conhecimento acad\u00eamico e a experi\u00eancia da pr\u00e1tica forense.<br \/>\nTrata-se, portanto, de leitura obrigat\u00f3ria para acad\u00eamicos e operadores do Direito.<br \/>\nBoa leitura!<br \/>\nPorto Alegre, inverno de 2023.<br \/>\nAndr\u00e9 Machado Maya<\/p>\n<p>Apresenta\u00e7\u00e3o&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.11<br \/>\nAndr\u00e9 Machado Maya<br \/>\nPr\u00f3logo&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;13<br \/>\nProfessor Leonardo Marinho<br \/>\n1. Juez de garant\u00eda en el sistem a procesal pePEnal chile no&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.16<br \/>\n1.1. Competencia material&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;17<br \/>\n1.2. Ventajas y cr\u00edticas&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.18<br \/>\nReferencias bibliograficas&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;22<br \/>\n2. La audiencia de control de la detenci\u00f3n en el proceso pePEnal chile no&#8230;&#8230;&#8230;23<br \/>\n2.1. Problemas&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;25<br \/>\n2.2. Desaf\u00edos&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;27<br \/>\nReferencias Bibliograficas&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..28<br \/>\n3. Amp aro ante el juez de garant\u00eda. An\u00e1lisis del art\u00edculo 95 del C\u00f3digo Procesal Penal chile no&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;30<br \/>\n3.1. Aspectos generales&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;30<br \/>\n3.2. Alcance del amparo legal&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..31<br \/>\n3.3. Tribunal competente&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..33<br \/>\n3.4. Legitimaci\u00f3n activa&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.37<br \/>\n3.5. Forma y plazo de interposici\u00f3n de la acci\u00f3n de amparo legal&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..38<br \/>\n3.6. Procedencia del amparo legal contra resoluciones judiciales&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.40<br \/>\n3.7. Procedencia del amparo legal ante resoluciones dictadas por jueces con competencia diversa a materia penal&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;43<br \/>\n3.8. Procedencia del amparo legal ante privaciones de libertad que emanen de autoridades que no ejercen jurisdicci\u00f3n&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;46<br \/>\n3.9. Vinculaci\u00f3n entre el amparo legal y la audiencia de control de la detenci\u00f3n&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;48<br \/>\n3.10. Impugnaci\u00f3n de la resoluci\u00f3n dictada por el Juzgado de Garant\u00eda en el contexto de un amparo legal&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.50<br \/>\n3.11. Vigencia de las normas contenidas en el C\u00f3digo de Procedimiento Penal&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..53<br \/>\n3.12. Procedencia del h\u00e1beas corpus constitucional una vez interpuesta la acci\u00f3n de amparo legal del art\u00edculo 95 del C\u00f3digo Procesal Penal&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;58<br \/>\nReferencias bibliogr\u00e1ficas&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;60<br \/>\n4. Prisi\u00f3n preventiva en Chile . Una mirada a 20 a\u00f1os de vige ncia del C\u00f3digo Procesal Penal&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.63<br \/>\n4.1. Introducci\u00f3n&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..63<br \/>\n4.2. Principios inspiradores del sistema procesal penal chileno en materia de prisi\u00f3n preventiva y reformas posteriores&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;64<br \/>\n4.3. Impacto de la Reforma Procesal Penal en el sistema carcelario chileno&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;69<br \/>\n4.3.1. Presos preventivos\/condenados&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..69<br \/>\n4.3.2. El impacto de la pandemia en los \u00edndices de prisi\u00f3n preventiva en Chile. Una oportunidad de reevaluar su desnaturalizaci\u00f3n&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.71<br \/>\n4.3.3. Factores externos: medios de comunicaci\u00f3n social y opini\u00f3n p\u00fablica&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;74<br \/>\n4.4. Conclusiones&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..75<br \/>\nRefer\u00eancias bibliograficas&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;77<br \/>\n5. Acerca de la apelPELaci\u00f3n de las resoluciones dictadas por el Tribunal de Juicio Oral en lo Penal&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.78<br \/>\n5.1. Caracter\u00edsticas generales del sistema procesal penal chileno&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.78<br \/>\n5.2. Presentaci\u00f3n del problema&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;79<br \/>\n5.3. Escenario actual de la discusi\u00f3n&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.80<br \/>\n5.4. La competencia del tribunal de juicio oral en lo penal y el estatuto que regula la prisi\u00f3n preventiva desde la perspectiva de la doctrina nacional&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;85<br \/>\n5.4.1. Posturas de la doctrina nacional&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.87<br \/>\n5.4.2. Nuestra postura&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.91<br \/>\n5.5. Apelaci\u00f3n de decisiones de un tribunal oral en lo penal en materia de penas sustitutivas (Ley N\u00b0 18.216)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.94<br \/>\n5.6. Apelaci\u00f3n de resoluciones de un tribunal oral en lo penal en materia de costas&#8230;&#8230;&#8230;..97<br \/>\n5.7. A modo de conclusi\u00f3n y s\u00edntesis&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.100<br \/>\nRefer\u00eancias bibliograficas&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.102<br \/>\n6. Una revisi\u00f3n hist\u00f3rica del Juicio por Jurados en Chile &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..105<br \/>\n6.1. Introducci\u00f3n&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;105<br \/>\n6.2. Fray Camilo Henr\u00edquez y La Aurora de Chile&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.106<br \/>\n6.3. Recepci\u00f3n de las ideas de Fray Camilo Henr\u00edquez: La libertad de imprenta&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..110<br \/>\n6.4. Mensaje del C\u00f3digo de Procedimiento Penal de 1906&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.113<br \/>\n6.5. Conclusiones&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;118<br \/>\nRefer\u00eancias bibliograficas&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.118<br \/>\n7. Debido proceso y las facultades del Servicio Nacional de Aduanas en investigaciones por tr\u00e1fico il\u00edcito de drogas&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.120<br \/>\n7.1. Introducci\u00f3n&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;120<br \/>\n7.2. Facultades de los funcionarios del Servicio Nacional de Aduanas&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;120<br \/>\n7.3. Infracci\u00f3n a garant\u00edas fundamentales (debido proceso)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;123<br \/>\n7.3.1. Infracciones en el procedimiento de detenci\u00f3n&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.124<br \/>\n7.3.2. El derecho a no autoincriminarse&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;127<br \/>\n7.4. Exclusi\u00f3n de prueba il\u00edcita&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;131<br \/>\n7.5. Conclusiones&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;134<br \/>\nRefer\u00eancias bibliograficas&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.136<br \/>\n8. Construcci\u00f3n de enem igos en el contexto de la sociedad del riesgo. An\u00e1lisis en particular del del ito de microtr\u00e1fico de drogas&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;137<br \/>\n8.1. Introducci\u00f3n&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;137<br \/>\n8.2. El rol de los mass media en la construcci\u00f3n de \u201cenemigos\u201d&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;139<br \/>\n8.3. La guerra contra las drogas. El microtraficante como enemigo&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.141<br \/>\n8.4. Ley N\u00ba 20.000 y la incorporaci\u00f3n del tipo penal del microtr\u00e1fico&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.142<br \/>\n8.5. Manifestaciones del derecho penal del enemigo en la ley N\u00ba 20.000. La guerra contra el microtr\u00e1fico&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..144<br \/>\n8.6. Conclusiones&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;150<br \/>\nRefer\u00eancias bibliograficas&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.152<br \/>\n9. Derecho pePEnal y Derecho administrativo sancionador. Un an\u00e1lisis desde el injusto monop\u00f3lico&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.154<br \/>\n9.1. Conducta il\u00edcita: entre el Derecho penal y el Derecho administrativo sancionador&#8230;&#8230;.154<br \/>\n9.1.1. Escuela Cualitativa&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.155<br \/>\n9.1.2. Escuela Cuantitativa&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.156<br \/>\n9.2. Protecci\u00f3n de la libre competencia&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;159<br \/>\n9.2.1. Protecci\u00f3n desde el Derecho administrativo sancionador&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;159<br \/>\n9.2.2. Protecci\u00f3n desde el Derecho penal&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.160<br \/>\n9.2.3. Protecci\u00f3n conjunta&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..164<br \/>\n9.3. Conclusiones&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;165<br \/>\nRefer\u00eancias bibliograficas&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.167<br \/>\n10. Ley pePEnal en blanco y la (in)constitucionalidad del nuevo del ito contra la salud p\u00fablica&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;169<br \/>\n10.1. Introducci\u00f3n&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.169<br \/>\n10.2. Leyes penales en blanco&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;170<br \/>\n10.3. Jurisprudencia del Tribunal Constitucional chileno respecto de las leyes penales en blanco&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..173<br \/>\n10.4. Nuevo tipo penal del art\u00edculo 318 bis del C\u00f3digo Penal&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..175<br \/>\n10.4.1. Determinaci\u00f3n de la conducta t\u00edpica&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..175<br \/>\n10.4.2. Norma complementaria: \u201corden de la autoridad sanitaria\u201d &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.177<br \/>\n10.5. Conclusiones&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.180<br \/>\nReferencias bibliogr\u00e1ficas&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.182<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apresenta\u00e7\u00e3o N\u00e3o \u00e9 recente a discuss\u00e3o sobre as rela\u00e7\u00f5es e a poss\u00edvel dissocia\u00e7\u00e3o entre autor e obra. Se por um lado \u00e9 certo que a obra ganha vida pr\u00f3pria depois de publicada, por outro lado \u00e9 igualmente certo que o entendimento da obra passa pela compreens\u00e3o do seu autor. Rodrigo R\u00edos \u00c1lvarez \u00e9 professor de Direito Processual Penal e Litigaci\u00f3n Oral da Universidad Finis Terrae, em Santiago do Chile. Na sua carreira acad\u00eamica, \u00e9 Mestre em Direito pela Universidad de Chile e doutorando em Direito junto \u00e0 Universidad de Buenos Aires. Como operador jur\u00eddico, foi Secretario del Primer Juzgado del Crimen de Santiago, Fiscal Adjunto de la Fiscal\u00eda Regional Metropolitana Centro Norte e Subdirector de la Unidad de Cooperaci\u00f3n Internacional y Extradiciones de la Fiscal\u00eda Nacional, estes \u00faltimos dois cargos no \u00e2mbito do Minist\u00e9rio P\u00fablico do Chile. Atualmente \u00e9 advogado-s\u00f3cio do escrit\u00f3rio Picand &amp; R\u00edos abogados, membro do Comit\u00e9 do Proyecto Inocentes (Chile) e Vice-Presidente da REDE Ibero-americana de advocacia criminal. O extenso curr\u00edculo \u00e9 indicativo, por si s\u00f3, da extensa experi\u00eancia do autor na \u00e1rea das ci\u00eancias criminais. O diferencial, no entanto, \u00e9 a combina\u00e7\u00e3o entre o acad\u00eamico e o jurista, e nesse \u00e2mbito espec\u00edfico, o conhecimento pr\u00e1tico dos dois lados da moeda: como promotor e como advogado de defesa. A obra agora apresentada ao p\u00fablico \u00e9 resultado da reuni\u00e3o de diferentes reflex\u00f5es sobre pontos fundamentais do Direito Penal e do Processo Penal, que ultrapassam o campo meramente acad\u00eamico para tocar em quest\u00f5es pr\u00e1ticas de extrema relev\u00e2ncia para os operadores jur\u00eddicos e, essencialmente, para a sociedade em geral. \u00c0 cr\u00edtica acad\u00eamica Rodrigo R\u00edos combina a sensibilidade e o conhecimento oriundos da pr\u00e1tica forense para apontar os importantes avan\u00e7os da reforma processual penal chilena dos anos 2000 e os preocupantes retrocessos das reformas legislativas pontuais aprovadas nos \u00faltimos anos. Com essa perspic\u00e1cia, o autor perpassa temas como o juiz de garantias, a audi\u00eancia de cust\u00f3dia, pris\u00e3o preventiva, direito ao recurso das decis\u00f5es do juicio oral, o tribunal do j\u00fari, devido processo, expans\u00e3o do Direito Penal e o Direito Administrativo sancionador, pol\u00edtica criminal de drogas e a constru\u00e7\u00e3o do inimigo na Sociedade de Risco, e o problema das leis penais em branco na tutela da sa\u00fade p\u00fablica. A leitura dos textos evidencia a densidade das reflex\u00f5es e a preocupa\u00e7\u00e3o com os rumos do Direito Penal e do Processo Penal no per\u00edodo p\u00f3s-reforma no Chile, um pa\u00eds onde, em um movimento at\u00edpico e aparentemente inusitado, o C\u00f3digo de Processo Penal foi reformado e adequado a par\u00e2metros democr\u00e1ticos ainda na vig\u00eancia da Constitui\u00e7\u00e3o de Pinochet de 1980. Cuestiones de Derecho Penal y Proceso Penal Chileno, portanto, \u00e9 uma obra atual e de fundamental import\u00e2ncia para a compreens\u00e3o da disputa de poder que perpassa o campo jur\u00eddico, na feliz express\u00e3o de Pierre Bourdieu. Enquanto alguns pa\u00edses ainda remam em busca da adequa\u00e7\u00e3o da legisla\u00e7\u00e3o penal e processual penal aos par\u00e2metros democr\u00e1ticos dos tratados internacionais protetivos de direitos humanos, em boa medida internalizados pelas Constitui\u00e7\u00f5es Federais do per\u00edodo p\u00f3s-ditaduras, no Chile o desafio \u00e9 manter os avan\u00e7os democr\u00e1ticos da reforma dos anos 2000, o que tem se mostrado \u00e1rduo diante do constante aumento da criminalidade, da sensa\u00e7\u00e3o de inseguran\u00e7a e da utopia da r\u00e1pida solu\u00e7\u00e3o desses problemas pelo caminho do Direito Penal e do Processo Penal. Essas quest\u00f5es est\u00e3o muito bem trabalhadas na obra do professor da Universidad Finis Terrae, em raro equil\u00edbrio entre o conhecimento acad\u00eamico e a experi\u00eancia da pr\u00e1tica forense. Trata-se, portanto, de leitura obrigat\u00f3ria para acad\u00eamicos e operadores do Direito. Boa leitura! Porto Alegre, inverno de 2023. Andr\u00e9 Machado Maya Apresenta\u00e7\u00e3o&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.11 Andr\u00e9 Machado Maya Pr\u00f3logo&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;13 Professor Leonardo Marinho 1. Juez de garant\u00eda en el sistem a procesal pePEnal chile no&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.16 1.1. Competencia material&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;17 1.2. Ventajas y cr\u00edticas&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.18 Referencias bibliograficas&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;22 2. La audiencia de control de la detenci\u00f3n en el proceso pePEnal chile no&#8230;&#8230;&#8230;23 2.1. Problemas&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;25 2.2. Desaf\u00edos&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;27 Referencias Bibliograficas&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..28 3. Amp aro ante el juez de garant\u00eda. An\u00e1lisis del art\u00edculo 95 del C\u00f3digo Procesal Penal chile no&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;30 3.1. Aspectos generales&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;30 3.2. Alcance del amparo legal&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..31 3.3. Tribunal competente&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..33 3.4. Legitimaci\u00f3n activa&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.37 3.5. Forma y plazo de interposici\u00f3n de la acci\u00f3n de amparo legal&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..38 3.6. Procedencia del amparo legal contra resoluciones judiciales&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.40 3.7. Procedencia del amparo legal ante resoluciones dictadas por jueces con competencia diversa a materia penal&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;43 3.8. Procedencia del amparo legal ante privaciones de libertad que emanen de autoridades que no ejercen jurisdicci\u00f3n&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;46 3.9. Vinculaci\u00f3n entre el amparo legal y la audiencia de control de la detenci\u00f3n&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;48 3.10. Impugnaci\u00f3n de la resoluci\u00f3n dictada por el Juzgado de Garant\u00eda en el contexto de un amparo legal&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.50 3.11. Vigencia de las normas contenidas en el C\u00f3digo de Procedimiento Penal&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..53 3.12. Procedencia del h\u00e1beas corpus constitucional una vez interpuesta la acci\u00f3n de amparo legal del art\u00edculo 95 del C\u00f3digo Procesal Penal&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;58 Referencias bibliogr\u00e1ficas&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;60 4. Prisi\u00f3n preventiva en Chile . Una mirada a 20 a\u00f1os de vige ncia del C\u00f3digo Procesal Penal&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.63 4.1. Introducci\u00f3n&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..63 4.2. Principios inspiradores del sistema procesal penal chileno en materia de prisi\u00f3n preventiva y reformas posteriores&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;64 4.3. Impacto de la Reforma Procesal Penal en el sistema carcelario chileno&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;69 4.3.1. Presos preventivos\/condenados&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..69 4.3.2. El impacto de la pandemia en los \u00edndices de prisi\u00f3n preventiva en Chile. Una oportunidad de reevaluar su desnaturalizaci\u00f3n&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.71 4.3.3. Factores externos: medios de comunicaci\u00f3n social y opini\u00f3n p\u00fablica&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;74 4.4. Conclusiones&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..75 Refer\u00eancias bibliograficas&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;77 5. Acerca de la apelPELaci\u00f3n de las resoluciones dictadas por el Tribunal de Juicio Oral en lo Penal&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.78 5.1. Caracter\u00edsticas generales del sistema procesal penal chileno&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.78 5.2. Presentaci\u00f3n del problema&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;79 5.3. Escenario actual de la discusi\u00f3n&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.80 5.4. La competencia del tribunal de juicio oral en lo penal y el estatuto que regula la prisi\u00f3n preventiva desde la perspectiva de la doctrina nacional&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;85 5.4.1. Posturas de la doctrina nacional&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.87 5.4.2. Nuestra postura&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.91 5.5. Apelaci\u00f3n de decisiones de un tribunal oral en lo penal en materia de penas sustitutivas (Ley N\u00b0 18.216)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.94 5.6. Apelaci\u00f3n de resoluciones de un tribunal oral en lo penal en materia de costas&#8230;&#8230;&#8230;..97 5.7. A modo de conclusi\u00f3n y s\u00edntesis&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.100 Refer\u00eancias bibliograficas&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.102 6. Una revisi\u00f3n hist\u00f3rica del Juicio por Jurados en Chile<\/p>\n","protected":false},"featured_media":3249,"comment_status":"open","ping_status":"closed","template":"","meta":{"inline_featured_image":false,"_joinchat":[]},"product_brand":[],"product_cat":[30],"product_tag":[],"class_list":{"0":"post-3206","1":"product","2":"type-product","3":"status-publish","4":"has-post-thumbnail","6":"product_cat-penal","7":"product_shipping_class-a-convenir","9":"first","10":"instock","11":"shipping-taxable","12":"purchasable","13":"product-type-simple"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bibliotecajuridicavirtual.cl\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/product\/3206","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bibliotecajuridicavirtual.cl\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/product"}],"about":[{"href":"https:\/\/bibliotecajuridicavirtual.cl\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/product"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bibliotecajuridicavirtual.cl\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3206"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bibliotecajuridicavirtual.cl\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3249"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bibliotecajuridicavirtual.cl\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3206"}],"wp:term":[{"taxonomy":"product_brand","embeddable":true,"href":"https:\/\/bibliotecajuridicavirtual.cl\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/product_brand?post=3206"},{"taxonomy":"product_cat","embeddable":true,"href":"https:\/\/bibliotecajuridicavirtual.cl\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/product_cat?post=3206"},{"taxonomy":"product_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bibliotecajuridicavirtual.cl\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/product_tag?post=3206"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}